Financiadores de atos antidemocráticos no DF estão na mira do MPF

Ministério Público Federal aponta “caráter antidemocrático, e até mesmo criminoso, de pessoas que buscam a ruptura da ordem constitucional”

Por Alan Rios

Empresários que financiam atos antidemocráticos no Distrito Federal estão na mira de procuradores do Ministério Público Federal (MPF). Os protestos contra o resultado das urnas e a favor de uma intervenção foram tema de reunião recente entre membros do MP e o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena.

Uma tarde no protesto em frente ao QG do Exército: Silveira discursa e comércio faz a festa

No entendimento do MPF, manifestações como o ato bolsonarista em frente ao QG do Exército, em Brasília, contam com “um caráter antidemocrático, e até mesmo criminoso, de pessoas que buscam a ruptura da ordem constitucional”. O órgão defende que uma das bases da democracia é o direito à livre manifestação, mas que nenhum direito é absoluto e que incitar a animosidade das Forças Armadas contra os poderes constitucionais configura crime.

O protesto do DF já dura quase duas semanas. A permanência das pessoas no local é garantida por uma estrutura cara, com barracas, tendas, alimentação gratuita, águas e refrigerantes, banheiros químicos e equipamentos de som. Apesar do pedido de contribuição financeira por Pix em alguns pontos, a maior parte dos alimentos vem de doações de empresários.

Carros, caminhonetes e caminhões com carne, frango, fruta e outros itens chegam diariamente. O Metrópoles esteve na manifestação e mostrou que empresários, autônomos, aposentados, grupos armamentistas e militares reformados, sendo a maior parte deles brancos e de alto poder aquisitivo, compõem o perfil principal de bolsonaristas que prometem “morar” em frente ao Quartel General.

Além da investigação sobre o financiamento, o MPF cobrou respostas da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e outros órgãos sobre o que o governo vem fazendo para coibir o protesto antidemocrático. A SSP tem até a próxima terça-feira (15/11) para responder. Em nota, a pasta afirma que vai responder dentro do prazo.



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