Saúde do DF investe R$ 20 milhões em equipamentos de proteção individual

Compra suprirá o abastecimento de toda a rede pública do DF durante as medidas de distanciamento social

As unidades de saúde do DF receberão reforço no quantitativo de equipamentos de proteção individual (EPI). Devido à pandemia de Covid-19, a Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) investiu quase R$ 20 milhões na compra desses equipamentos essenciais no dia a dia dos trabalhadores. Todas as compras são feitas em atendimento às medidas que constam no Plano de Contingência para Epidemia da Doença pelo Coronavírus 2019 (Covid-19) do Distrito Federal.

Além da Covid-19 e sua capacidade de maior transmissibilidade, o plano leva em consideração o enfrentamento da H1N1 como aumento de 30% de casos. Neste ano, ainda em março, a SES/DF iniciou sua campanha mais cedo para evitar complicações e transmissão em paralelo à Covid-19. A quantidade comprada é estimada para abastecer a rede por um período de aproximadamente seis meses. Ao todo são 51 milhões de itens que estarão disponíveis para a rede.

Estão contemplados na compra os macacões de pulverização, protetor facial com viseira flexível, sapatilha descartável, macacão protetor para quimioterapia, touca hospitalar descartável, óculos de proteção individual antiembaçante, avental/capote cirúrgico estéril descartável, luva nitrílica para procedimento não cirúrgico, máscara de proteção respiratória (PFF2/N95), máscara cirúrgica descartável e luva de procedimento não estéril de látex. A instituição também receberá álcool em gel 70% frasco, com tampa acoplada 85 a 100 gramas.

Subsecretário de Administração Geral, Iohan Struck, ressalta que todas as compras são feitas de forma responsável e atendendo a um período específico de pandemia, mas que segue todos os critérios estabelecidos por lei e quantitativo de compras calculados por métodos amplamente já validados por áreas de compra dos governos.

“As compras são necessárias e essenciais para atender a população do Distrito Federal nesse momento de pandemia. Tudo que as áreas técnicas tem feito está dentro de um planejamento e plano de ação alinhados com a necessidade das áreas fins. Apesar de ser uma pandemia, possuímos estratégias e planos de enfrentamento de crise para atuar quando necessário. As ações não são pensadas no susto ou sem ter um parâmetro”, declarou.

Todos os produtos deverão ser entregues com o Certificado de Registro do Produto em plena validade, inclusive para os itens importados, que deverão apresentar certificação da Anvisa. Ainda no processo de contratação, as empresas tiveram que encaminhar três amostras de cada item ofertado.

Fonte: Agência Brasília

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