Eleição do Sindicato dos Enfermeiros: Chapa 2 esclarece boatos sobre unificação de sindicatos

Por Kleber Karpov

A disputa para escolha da nova diretoria do Sindicato dos Enfermeiros do DF (SEDF) promete pegar fogo, mas, aparentemente, com o jogo sujo, trivial em muitos processos eletivos sindicais. Por meio de um vídeo que circula em aplicativos mobile, a candidata da Chapa 2, Dayse Amarilio, esclareceu um boato espalhado entre os profissionais de enfermagem. Eleições devem acontecer nos dias 5 e 6 de abril.

No vídeo Dayse Amarilio explica que estão espalhando junto à categoria de enfermeiros que a Chapa 2 pretende formar um sindicato único, nesse caso sugerindo a fusão entre o SEDF e o Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do DF (Sindate-DF).

Porém, a exemplo do que esclarecem Dayse Amarilio, candidata as eleições da Chapa 2 ao Sindicato dos Enfermeiros e ainda o vice-presidente do Sindate-DF, Jorge Vianna, tudo não passa de “jogo sujo”.

“Nós acreditamos que isso faz parte do jogo, jogo sujo inclusive. Eu vim aqui falar com a minha amiga Deise, hoje, porque eu não conhecia a Deise. A gente se conheceu há pouco tempo. Não conheço toda a parte da chapa dela, mas as pessoas que eu conheço, que eu tive contato, ainda mais agora sabendo que eles querem realmente mudar. E essa é a nossa opção. Essa é a nossa missão. Mudar de verdade. Então essa chapa ela tem todos os critérios que a gente acredita que possa melhor a ajudar a mudar a enfermagem do DF e do Brasil. Então eu vim dizer para você que não. Não existe nada disso. Nós estamos apoiando porque nós queremos uma enfermagem unida sim. Mas cada um respeitando suas especificidades, o seu trabalho, a sua luta e a sua história. Nós fundamos o Sindicato dos Técnicos em Enfermagem e vamos permanecer no sindicato dos Técnicos em Enfermagem.(SIC)”, afirmou Vianna.

Dayse Aramilio observou a importância de união entre as entidades sindicais para fortalecer a categoria, mas, ‘cada um no seu quadrado’.

“Nós lutamos por uma união. Unir para reconstruir e nós vimos no Sindate, um sindicato que trabalha na base e luta pela categoria. Como pode os enfermeiros terem um piso salarial de R$ 1400 e o técnico um pouquinho mais de um salário mínimo. Se a gente não crescer o técnico também não cresce. A gente acredita em uma enfermagem unida. E cada uma numa especificidade sim mas, crescendo juntos.”.

Confira o vídeo na íntegra:

 

 

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