TJDFT nega suspensão de liminar, de lei que proíbe venda casada a serviços do BRB

O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios negou, na tarde desta terça-feira, 22/5, por maioria, o pedido liminar do Governador do Distrito Federal para suspender a eficácia e declarar a inconstitucionalidade da Lei Distrital nº 5.997/2017, que proíbe o Banco Regional de Brasília – BRB de “condicionar a concessão aos seus correntistas de financiamentos e empréstimos, nas linhas de crédito, a qualquer produto ou serviço, a título de reciprocidade”.

A Procuradoria-Geral do Distrito Federal entende que há vício de iniciativa na referida lei, por se tratar de competência privativa do Governador do DF, além do fato de que a regulação das instituições financeiras é atribuição da União, que legisla sobre o Sistema Financeiro Nacional. Alegou, também, lesão aos princípios da proporcionalidade, isonomia e da livre concorrência, uma vez que a norma impõe ao BRB obrigação diversa das impostas às demais instituições financeiras com atuação no Distrito Federal.

O Ministério Público, por sua vez, rebateu os fundamentos do autor, alegando que a norma em questão tem como objetivo proteger os direitos do consumidor ao proibir a venda casada pelo banco, que é matéria de iniciativa legislativa parlamentar. Defendeu, também, que pelo mesmo motivo não há invasão da competência privativa da União, conforme art. 22, VI, da Constituição Federal, e que não há afronta aos referidos princípios, pois a proibição contida na lei não exclui a reprimenda judicial da prática de venda casada por outras instituições financeiras.

O relator esclareceu que o pedido da ação é de suspensão liminar da lei em questão e afastou a preliminar de incompetência do TJDFT para julgar a ação, pois o parâmetro de controle apontado no caso é a Lei Orgânica do Distrito Federal, mais especificamente em seu art. 14, que versa sobre as competências do Distrito Federal. Com relação ao mérito, afirmou o magistrado que a proibição contida na lei “parece corresponder a proibição genericamente imposta pelo art. 39, I, do Código de Defesa do Consumidor, norma que deve ser observada por todas as instituições financeiras que concedam empréstimos”. Disse, também, que a alegação de vício de iniciativa não se sustenta, uma vez que “a Lei Distrital 5.997/2017 versa sobre proteção ao consumidor, matéria de competência concorrente da União, Estados e Distrito Federal”.

Fonte: TJDFT

Anvisa aprova 5 novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade

Por Kleber Karpov A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou...

Fux atende pedido da AGU e inclui ministérios e Abras em debate sobre bets

Por Kleber Karpov A audiência pública convocada no âmbito da...

Estudante é ameaçado de morte no DF em mensagens via whatsapp por opção política

Por Kleber Karpov Um estudante de dezessete anos enfrentou graves...

Advogados querem o fim da Inscrição Suplementar da OAB

Por Kleber Karpov A cobrança da Inscrição Suplementar da Ordem...

Câncer de próstata matou 50 homens por dia no país em 2025

Por Kleber Karpov O cenário epidemiológico brasileiro aponta para um...

Mais de 600 mil pessoas devem visitar os cemitérios do DF no Dia de Finados

Por Kleber Karpov Aproximadamente 600 mil cidadãos devem comparecer aos...

Destaques

Anvisa aprova 5 novas canetas para tratamento de diabetes e obesidade

Por Kleber Karpov A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou...

Fux atende pedido da AGU e inclui ministérios e Abras em debate sobre bets

Por Kleber Karpov A audiência pública convocada no âmbito da...

Estudante é ameaçado de morte no DF em mensagens via whatsapp por opção política

Por Kleber Karpov Um estudante de dezessete anos enfrentou graves...

Advogados querem o fim da Inscrição Suplementar da OAB

Por Kleber Karpov A cobrança da Inscrição Suplementar da Ordem...

Câncer de próstata matou 50 homens por dia no país em 2025

Por Kleber Karpov O cenário epidemiológico brasileiro aponta para um...