Instituto Hospital de Base: Quem se importa com a idosa que morreu?

Por Silene Almeida:

O Brasil se tornou manchete internacional com evento ocorrido nos últimos dias onde um candidato a presidente foi atacado num evento público. A notícia que correu o mundo é que a democracia fora atacada!

Aqui, na Capital Federal ocorreu também um fato grave, um atentado à representação popular, quando a segurança armada do Instituto Hospital de Base barrou o deputado distrital Wellington Luís (MDB), de forma truculenta quando esse foi averiguar a denúncia de óbito de uma paciente que faleceu por falta de equipamentos, medicamentos e UTI.O mesmo governador que mandou surrar professores que manifestavam de forma legítima por seus direitos, deu ordens para impedir, de forma arbitrária e ilegal, o acesso do deputado às dependências do hospital, depois que o mesmo se identificou.

Causa mais estranheza que a imprensa repercuta a notícia de forma tendenciosa e sem averiguar o que aconteceu no local.

Vídeo que circula nas redes sociais mostram a realidade dos fatos, onde uma funcionária alega que a “blitz” que o deputado Wellington fazia era “informal”, que ele deveria solicitar informações sobre a falta de medicamentos de modo “oficial”. A funcionária, porta-voz da diretoria, se coloca como autoridade máxima e “dona” do hospital, que deveria ser público.

A sociedade deve repudiar essa postura ditatorial e irresponsável dos gestores e seus subordinados, pois, as prerrogativas de fiscalização dos parlamentares existem para proteger e tutelar o povo.

O governo agiu, através de seus subordinados, com a mesma truculência e arrogância que fazem com os acompanhantes que buscam informações e explicações para seus parentes internados que penam e até morrem por carência de recursos na unidade.

É preciso uma apuração séria dos fatos acontecidos. Uma análise das imagens nos videos que circulam, não deixa dúvida: o parlamentar agiu com a firmeza necessária para proteger a sua integridade e resguardar a natureza de sua atividade legítima! Ele estava agindo dentro de suas competências, buscando explicações para a morte denunciada por falta de estrutura.

Se o governo faz isso com um representante do povo, um parlamentar investido em sua competência legal de fiscalizar, o que não faz com os pacientes anônimos que necessitam daquele serviço? O que eles escondem?

Os dias de fascismo e totalitarismo de Rollemberg estão contados!

Fonte: Radar-DF

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