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03 fev 2026 20:06

Referência em alergologia Hospital de Base oferece atendimento especializado

Serviço do ambulatório do Hospital de Base cuida de pacientes com asma, rinite e outras doenças alérgicas, garantindo tratamento eficaz e acesso rápido

Maio é o mês de conscientização para problemas de saúde relacionados a alergias, uma iniciativa da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia. Neste período, o Dia Mundial da Asma (6) e o Dia Nacional da Prevenção à Alergia (7) reforçam a importância do diagnóstico e tratamento adequado. No Distrito Federal, o Serviço de Alergia do Ambulatório do Hospital de Base (HBDF) se destaca como referência para quem enfrenta essas condições.

No HBDF, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), o serviço atende cerca de 300 adultos por semana, encaminhados pela regulação da Secretaria de Saúde (SES-DF) ou por outras especialidades do próprio hospital. Os pacientes chegam com asma, rinite, urticária crônica espontânea, angioedema, dermatite atópica, alergia a medicamentos e erros inatos da imunidade.

A espera para atendimento no ambulatório do hospital é praticamente zero, segundo o chefe do serviço, Thales Antunes, que é médico alergologista e imunologista do IgesDF. “A regulação tem funcionado bem”, afirma. “Apenas alguns pacientes aguardam em toda a rede, o que mostra uma resposta ágil do trabalho da nossa equipe. Atendemos principalmente casos de asma, rinite e dermatite atópica”.

A equipe do Serviço de Alergia conta com seis médicos que atuam de segunda a sexta-feira, com consultas personalizadas, e dispõe de exames específicos para investigação clínica das doenças alérgicas.

Foco na experiência

Maria Anete de Sousa do Carmo, 53, faz acompanhamento para tratamento de alergia no Hospital de Base há mais de dez anos, tendo recentemente começado a imunoterapia. “A médica é maravilhosa, muito acolhedora”, relata.

“As alergias, às vezes, têm a ver com o emocional da pessoa, então ela conversa comigo, explica e orienta direitinho os cuidados que a gente tem que ter em casa”, detalha. “Ela pediu para que eu fizesse o teste de costa para complementar o tratamento e obter um resultado melhor, além da medicação que eu já uso.”

O teste de costa, também conhecido como patch test ou teste de alergia de contato, é realizado para identificar substâncias que causam reações alérgicas na pele. “Eles aplicaram uns adesivos nas minhas costas”, conta Maria Anete.

Tratamento em várias frentes

Para tratar a rinite, o protocolo inclui antialérgicos e corticosteroides tópicos nasais, além de controle ambiental. “Se o paciente tem sensibilidade a aeroalérgenos, como ácaros, e o quadro é grave, indicamos a imunoterapia, um tratamento de dessensibilização”, explica Thales Antunes. O prick test, um exame cutâneo que identifica sensibilização a aeroalérgenos, é uma das ferramentas disponíveis na unidade.

Já a asma, embora não tenha cura, é uma doença controlável. Segundo o especialista, o tratamento varia conforme a gravidade. São utilizados desde corticosteroides inalatórios e broncodilatadores até medicamentos imunobiológicos nos casos mais graves.  “A asma é uma inflamação pulmonar”, explica o médico. “A hiperreatividade brônquica pode causar crises sérias, com risco de morte, por isso a doença precisa ser levada a sério”.

A dermatite atópica, também comum no ambulatório, é uma das mais desafiadoras. A doença afeta a barreira da pele e envolve fatores alérgicos, emocionais e imunológicos. O tratamento combina hidratação constante, corticosteroides tópicos nas crises e, em casos graves, medicamentos sistêmicos, como imunossupressores ou imunobiológicos.

Prevenção e conscientização

Entre os cuidados preventivos, o destaque é manter os ambientes arejados, sem poeira, tapetes ou cortinas, e identificar os fatores desencadeantes. “Com o prick test, identificamos os alérgenos e orientamos cada paciente sobre o que evitar”, reforça Thales.

A demanda por atendimento especializado tem crescido, e o médico ressalta a importância da conscientização. “Não se pode mais ignorar doenças como rinite ou asma, que afetam a qualidade de vida”, aponta. “Temos ferramentas e medicamentos eficazes, muitos deles na rede pública; e, com acesso e adesão ao tratamento, o risco de crises graves e internações diminui significativamente”.

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