Momento é de mobilizar categoria para pressionar a aprovação do piso salarial da enfermagem, aponta Jorge Vianna

Deputado Jorge Vianna promove e participa de mobilizações em âmbito nacional para tentar garantir aprovação de PL que define piso salarial da categoria no Congresso Nacional

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Por Kleber Karpov

Principais personagens na linha de frente do combate a pandemia do coronavírus, os profissionais de enfermagem contam com o reconhecimento da população brasileira, na luta contra a covid-19. Porém, enfrentam o desafio, de fazer com que esse ‘prestígio’, também se reflita no Congresso Nacional, com a aprovação do PL 2564/2020, de autoria do Senador Fabiano Contarato (REDE/ES), que estabelece o piso salarial da categoria.

Com projetos engavetados, na Câmara e no Senado Federal, alguns há cerca de 20 anos, o deputado distrital, Jorge Vianna (Podemos), crítico, ao fisiologismo por parte dos congressistas, no que tange ao ‘pseudo-reconhecimento’ dos profissionais de enfermagem, enquanto ignoram direitos básicos da categoria.

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O deputado aponta que o momento é de mobilizar, nacionalmente, a Enfermagem para pressionar o Congresso, pela aprovação do PL. Nesse sentido, Vianna realizou audiências públicas, além de promover a mobilização nacional, juntamente com entidades ligadas a Enfermagem.

Nesse sentido, o deputado participou em Belo Horizonte (MG)(7/Jun), e nessa sexta-feira (11/Jun), em Catalão (GO), onde participou de mobilização e carreata, organizados por entidades ligadas a Enfermagem, que buscam unificar a categoria, em todo país, para pressionar o Congresso Nacional pela aprovação do piso salarial.

“Os profissionais de enfermagem, por um lado, conseguiram o reconhecimento da categoria. Por outro, a  classe política aparentemente apenas pegou carona nesse reconhecimento, já que ficam apenas no discurso quando poderiam colocar em votação,  o PL do piso salarial, o das 30 horas semanais e outros engavetados no Congresso, alguns a mais de 20 anos. Então, a categoria tem que se unir e buscar o apoio da população para pressionar o Congresso a colocar esses projetos em votação.”, disse Vianna.

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