Exército participa de ação contra a dengue no DF

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Ao todo, 100 militares vão percorrer Itapoã, São Sebastião e Planaltina por 3 semanas

Por Leandro Cipriano

O combate ao mosquito Aedes aegypti no Distrito Federal ganhou o reforço, nesta terça-feira (9), do Exército Brasileiro. Ao todo, 100 militares estarão atuando no Itapoã, São Sebastião e Planaltina nas próximas três semanas, intensificando os esforços para eliminar os focos do mosquito, além de conscientizar a população sobre como evitar a proliferação do Aedes.

No Itapoã, as ações começaram no início da manhã de hoje, com três militares acompanhando cada agente da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde nas visitas aos domicílios. Na ação, os militares são instruídos pelos agentes sobre como identificar os focos do Aedes.

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“Depois do reforço dos Bombeiros, agora, o Exército vem para ajudar. Queremos, com esse trabalho, conscientizar as pessoas sobre a gravidade da situação. Tem lotes cheios de sujeita, entulho, então é importante passar, mais uma vez, por esses locais reforçando o combate ao Aedes”, explica a chefe de Vigilância Ambiental do Núcleo do Paranoá e Itapoã, Zeneide Duarte.

Apoio

Em cada uma das três regiões administrativas programadas, está prevista a atuação de 32 soldados, além dos que ficarão no apoio logístico. Como contrapartida pelo trabalho do Exército, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal fornece aos militares combustível, protetor solar, água e repelente.

“Nessas três semanas, serão três áreas trabalhadas. Mas tudo é passível de mudança na parceria, e podemos avaliar a necessidade de expandir o trabalho do Exército em outros locais”, informa a subsecretária de Vigilância à Saúde, Elaine Morela.

 

Dados

De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde, Planaltina, São Sebastião e Itapoã são as regiões administrativas que registraram a maior incidência de casos prováveis de dengue no Distrito Federal neste ano.

Até a semana epidemiológica n°13, foram 926 ocorrências em Planaltina, 870 em São Sebastião e 557 no Itapoã.

Fonte: Agência Saúde