Combate ao mosquito Aedes Aegipty é intensificado no DF

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Dia D de combate à dengue é realizado em São Sebastião, Paranoá e Itapoã, localidades com maior número de casos

Por Josiane Canterle

O número de casos notificados de dengue no Distrito Federal chegou a 1.928, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (7). Diante dos dados, a pasta intensificou, em todas as regiões administrativas, a força-tarefa de combate ao mosquito Aedes aegypti, ação que integra o SOS DF Saúde.

Um exemplo das ações que estão sendo feitas vem da Região de Saúde Leste, que registrou o maior aumento entre localidades. Na manhã desta sexta-feira (08), cerca de 200 agentes públicos estiveram mobilizados em São Sebastião, Paranoá e Itapoã, quando houve a distribuição de materiais explicativos e orientação da população sobre as formas de prevenção e combate ao vetor, que é agente transmissor da dengue, chikungunya, zika e febre amarela. A comunidade também recebeu informações sobre os sintomas das doenças, em especial a dengue.

“O objetivo é fortalecer as ações de caráter local e buscar o apoio da população no enfrentamento à dengue, mostrando como identificar seus sintomas, a fim de evitar o agravamento da doença”, explicou a superintendente da Região de Saúde Leste, Raquel Beviláqua.

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Durante as ações, foram localizados focos em áreas abertas das cidades onde há o descarte irregular de lixo.  Já nas residências, os focos encontrados foram removidos.

Coordenadas pela superintendência da região de saúde, as ações deste Dia D mobilizaram as administrações regionais, conselhos regionais de Saúde, Secretaria de Educação, Caesb, dentre outros parceiros. “Além das ações realizadas diretamente com a população atendida, também realizamos atividades educativas fomentadas pelo Programa Saúde na Escola e em parcerias com rádios comunitárias”, finalizou Raquel.

Assistência

Com o objetivo de acolher e orientar os pacientes com suspeita de dengue, o Hospital da Região Leste estruturou uma Sala de Reidratação Oral. Ao chegar ao hospital, o paciente será recebido por uma equipe que realiza a classificação de risco, pede exame laboratorial e encaminha para os primeiros cuidados.  Essa mesma equipe faz a notificação à Vigilância Epidemiológica, e os encaminhamentos necessários, de acordo com os sintomas apresentados pelo cidadão.

Fonte: Agência Saúde