Sindate participa de reunião no Hospital Regional de Ceilândia para discutir soluções com gestores e servidores do PS

Com o objetivo de discutir soluções nas condições de trabalho, diretores do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem (Sindate-DF), estiveram na manhã desta segunda-feira (27) no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), para mediar reunião com gestores e servidores na resolução de problemas.

Dentre as principais demandas, os profissionais do Pronto Socorro reivindicaram uma flexibilidade no rodízio de movimentação, ajustes na escala de jornada de trabalho da unidade e o remanejamento de servidores do grupo de risco da Covid-19 para atuarem em outros setores. Participaram do encontro os diretores do Sindate-DF Isa Leal e Moisés de Miranda, além de responsáveis pela administração, gerente e supervisoras de enfermagem.

Fluxo e escala de jornada de trabalho

Durante a reunião, a superintendente da Região de Saúde Oeste, Dra. Lucilene Florêncio, destacou, como forma de dar andamento no fluxo da assistência, a importância de uma comunicação integrada das chefias imediatas com os trabalhadores. Medida reforçada pelos diretores do sindicato. Quanto à escala, Florêncio pontuou a necessidade dos servidores notificarem a supervisão de enfermagem com antecedência sobre eventuais trocas de plantão e outras solicitações, com o objetivo seguir as escalas que constam no Trakcare (sistema unificado de informação de saúde) e de evitar problemas no registro do Forponto (sistema que registra o ponto eletrônico dos servidores).

Movimentação de profissionais

O rodízio de profissionais no local será acordado entre os profissionais e as responsáveis pela equipe, na alocação de profissionais em lugares de acordo com o perfil e experiência,  como forma de garantir melhorias na assistência. No remanejamento de servidores que fazem parte do grupo de risco da Covid-19, será emitido um documento via SEI aos que tiverem interesse em realizar permuta temporária, para áreas que tenham menor risco de contaminação no Hospital.

Após o diálogo com os servidores da unidade do Pronto Socorro, que atualmente dispõe de um quantitativo de 188 técnicos de enfermagem e 88 enfermeiros, os diretores do Sindate-DF constataram que os problemas ocorriam devido a falta de comunicação das supervisoras de enfermagem com as equipes e enfatizaram a importância do diálogo como forma de resolução.

O Sindate está atento e continuará atuando em defesa da garantia de melhores condições de trabalho aos auxiliares e técnicos em enfermagem, mediando na resolução de problemas.

Fonte: Sindate-DF

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