Por Kleber Karpov
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), a Operação Narco Azimut para aprofundar a investigação sobre uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A ação mobilizou 60 agentes para cumprir 26 mandados de busca, apreensão e prisão temporária em cidades dos estados de São Paulo e Santa Catarina.
Bloqueio de bens e alvos da ação
Os mandados judiciais foram cumpridos na capital paulista e nos municípios de Santos, Ilhabela e Taboão da Serra. O estado de Santa Catarina também foi alvo da operação, com ações na cidade de Balneário Camboriú.
Como parte da ofensiva contra o grupo, a Justiça determinou o sequestro de bens e valores dos investigados, estabelecendo um limite de R$ 934 milhões. A decisão judicial também impôs a proibição de movimentações empresariais e transferências de bens que estejam ligados às atividades criminosas apuradas.
Esquema usava empresas e criptoativos
A Operação Narco Azimut é um desdobramento de investigações anteriores, como as operações Narco Bet e a primeira fase da própria Narco Azimut. Nestas etapas, a PF identificou um sofisticado esquema criminoso para movimentação de recursos ilícitos.
Segundo as autoridades, o grupo utilizava empresas para movimentar altos valores. O esquema envolvia o uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e também criptoativos, com transações realizadas tanto no Brasil quanto no exterior.
Kleber Karpov, Fenaj: 10379-DF – IFJ: BR17894
Mestrando em Comunicação Política (Universidade Católica Portuguesa/Lisboa, Portugal); Pós-Graduando em MBA Executivo em Neuromarketing (Unyleya); Pós-Graduado em Auditoria e Gestão de Serviços de Saúde (Unicesp); Extensão em Ciências Políticas por Veduca/ Universidade de São Paulo (USP);Ex-secretário Municipal de Comunicação de Santo Antônio do Descoberto(GO); Foi assessor de imprensa no Senado Federal, Câmara Federal e na Câmara Legislativa do Distrito Federal.










