Cerca de 25 servidores da UPA de Samambaia estão com a Covid-19

Ao todo, foram atestados 27 casos. Dois já se recuperaram e voltaram ao trabalho

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A primeira Unidade de Pronto Atendimento inaugurada no DF, registrou 27 casos de funcionários com a Covid-19. Segundo o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES-DF) que administra a UPA, os resultados são de testes realizados nos últimos 35 dias.

Ainda segundo o Iges-DF, os casos são em decorrência do aumento de números dos casos confirmados na cidade de Samambaia, onde o índice de isolamento da população é inferior ao mínimo previsto para que se evite a transmissão do coronavírus.

Entre os profissionais infectados estão enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos. “Atualmente, 25 estão afastados em acompanhamento domiciliar e dois já cumpriram quarentena e puderam voltar às suas atividades”, informa o Iges-DF.

Para atender as necessidades sobre o déficit no quadro de funcionários, devido aos afastamentos, foram convocadas equipes temporárias treinadas e ativas em outras unidades de atendimento

O Iges-DF ressalta que a unidade já vinha adotando algumas medidas para evitar que outros 200 colaboradores da UPA sejam contaminados. Dentre elas, a testagem de toda a equipe de colaboradores com ou sem sintomas; e afastamento imediato dos profissionais que testaram positivo, além de testagem de seus familiares. Além disso, a UPA passa diariamente por descontaminação total em todos os seus ambientes.

O reforço no treinamento para uso adequado de equipamentos de proteção individual (EPIs), e conscientização a extrema necessidade do uso dos mesmos, além de orientação para paramentação e desparamentação também têm sido feitos pela gestão.

O Iges-DF destaca que não há reaproveitamento de qualquer item de EPI descartável. “A equipe que cuida dos pacientes com suspeitas da covid-19 utiliza capotes ou macacões laminados, que possuem período de uso prolongado e recebem borrifação de produto que os descontamina a cada necessidade de intervenção junto ao paciente, dentro dos espaços destinados ao isolamento de casos suspeitos”, afirma.

Fonte: Agenda Capital