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19 mar 2026 14:08

Quatro artistas goianos participam da exposição “Um Só Corpo” no Museu da República em Brasília

Com curadoria de Morella Jurado, da Venezuela, a mostra reúne 55 obras de 17 artistas do Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela, proporcionando uma visão abrangente dos estilos e tendências artísticas presentes nestes quatro países

A exposição “Um Só Corpo” vai ser aberta ao público na quinta-feira (7/03), no Museu da República em Brasília. Os apreciadores da arte terão a oportunidade de imergir na rica diversidade da produção artística contemporânea do continente Sul-Americano. A mostra com entrada franca segue até o dia 21 de abril e a visitação de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30. O projeto é realizado com recursos do Programa Goyazes do Governo de Goiás, com a coordenação de Malu da Cunha e produção de Kahena Fogaça.

Os artistas goianos Gerson Fogaça, André Felipe Cardoso, Telma Alves e Adriano Moraes estão entre os representantes do Brasil, juntamente, com os paulistas Ângela Barbour e Luiz Martins e, de Brasília, Suyan de Mattos e a fotógrafa Raquel Pellicano. Boris Romero, Mario Sarabí e Salomón Reyes (Uruguai); Argelia Bravo, Manuel Finol, Natalia Rondón e Aranaga (Venezuela), Julieta Hanono e Silvia Gai (Argentina) são os artistas representantes dos outros países presentes na mostra.

Com uma proposta artística centrada na investigação do corpo humano, a exposição faz parte de um projeto mais amplo que busca explorar os traços culturais comuns que definem a latinidade, além de destacar como diferentes artistas abordam questões-chave relacionadas à cultura e política do sul do continente.

De acordo com a curadora Morella Jurado, “Um só corpo” nos propõe a localização de narrativas comuns de países aparentemente distintos. “Narrativas aprisionadas pelas fronteiras, pelos idiomas e pelo olhar fixo nas diferenças. Um só corpo é a evocação do mestiço como o gesto treinado na sobrevivência. Um só corpo sintetiza a ternura de resistir e assistir à vida”, completa.

“O profundo exercício da identidade, que Cortázar identifica como Cultura, hoje se revela igual e material, tenso diante das mesmas dores e alegrias de todo um continente, representados neste caso por quatro países e dezessete almas dedicadas à arte”, finaliza Morella.

 

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