21.5 C
Brasília
23 mar 2026 09:14

Pessoas com TEA contam agora com uma política de atendimento mais estruturada

A lei é de autoria do deputado Eduardo Pedrosa

Por Vinícius Vicente

A Lei 6.925/2021, que institui a Política Distrital de Atendimento e Diagnóstico às Pessoas com Transtorno de Espectro Autista (TEA) no DF, volta ao seu texto origial, após derrubada de vetos parciais no último dia 20. De autoria do deputado Eduardo Pedrosa (União Brasil), ela teve três dispositivos do artigo primeiro vetados pelo governador.

Dentre eles, a disponibilização de equipes multidisciplinares e interdisciplinares para tratamento médico e psicossocial em áreas como pediatria, neurologia, odontologia, psicologia e fonoaudiologia. O trecho seguinte, que definia o desenvolvimento de instrumentos de informação e controle dos serviços de saúde, abertos à participação da sociedade, também havia sido vetado.

Também sofreu veto o termo que determinava que os alunos autistas não podem ser excluídos das etapas nas escolas do sistema regular de ensino público e privado, seguindo o que apresenta o Plano Distrital de Educação (Lei 5.499/2015).

O deputado Eduardo Pedrosa ressaltou que essas conquistas garantem o exercício pleno de direitos, promovendo políticas públicas de inclusão para acesso à saúde e educação para as pessoas equadradas no TEA.

“Disponibilizar equipes multi e interdisciplinares para pessoas com autismo facilita tratamentos personalizados, pois cada autista é único. O início rápido do tratamento é crucial para desenvolver a cognição e explorar as capacidades das crianças. Na educação, o Plano Distrital de Educação assegura a inclusão de alunos autistas no sistema regular e profissionalizante”, defendeu Pedrosa.

Além da divulgação de instrumentos para a detecção do autismo nos serviços de saúde e de educação, a lei prevê diretrizes para o atendimento, que deverá ser igualitário e respeitar as peculiaridades e as especificidades inerentes às diferentes situações enfrentadas pelas pessoas com autismo.

Fisioterapia, fonoaudiologia e psicopedagogia, entre outros recursos que demonstrem eficácia, deverão ser adotados no tratamento, os quais se somam àqueles previstos na Lei Federal 12.764/2012, que trata das pessoas com o espectro.

Engasgos frequentes podem indicar problema de saúde e acendem alerta

Por Kleber Karpov Pacientes e acompanhantes do Hospital de Base...

CLDF realiza sessão solene em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down

Por Kleber Karpov A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF)...

Cientistas brasileiros são premiados por pesquisas sobre Alzheimer

Por Kleber Karpov Dois pesquisadores brasileiros foram recentemente premiados por...

EscriturIA é uma plataforma de estudos bíblicos mediada por inteligência artificial

Por Kleber Karpov Uma nova plataforma de estudos bíblicos mediada...

Destaques

Engasgos frequentes podem indicar problema de saúde e acendem alerta

Por Kleber Karpov Pacientes e acompanhantes do Hospital de Base...

Projeto de Lei no Senado proíbe cancelamento de plano de saúde de pacientes com câncer

Por Kleber Karpov O Senado Federal analisa o Projeto de...

CLDF realiza sessão solene em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down

Por Kleber Karpov A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF)...

Recordes de queda na criminalidade: DF investe em inteligência para enfrentar sensação de insegurança

Projeto Cidade + Segura entrega diagnósticos para orientar políticas...

DPDF dev realizar em abril, mutirão para retificação de prenome e gênero a pessoas trans e não binárias

Por Kleber Karpov O Núcleo de Promoção e Defesa dos...