Dia Mundial do Doador de Sangue estimula a solidariedade

Uma única doação pode salvar até quatro vidas; confira o que é necessário para reforçar essa corrente do bem

No Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado nesta quarta (14), a Fundação Hemocentro de Brasília chama atenção para os estoques baixos dos tipos sanguíneos O negativo, O positivo e B negativo.

Ana Glaucia Pereira dos Santos: “Não deixo de doar; posso ficar um tempo sem vir, mas eu sempre vou” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Cerca de 160 doações são feitas por dia, mas, para suprir a demanda da população do DF e atingir um nível seguro nos estoques, o ideal seria de 180 bolsas de sangue coletadas diariamente. Para atingir essa meta, o Hemocentro promove campanhas de conscientização ao longo do ano, em especial no Junho Vermelho, mês dedicado a debater o assunto e incentivar novos doadores.

Iniciativas

“A importância do Junho Vermelho é divulgar o ato da doação de sangue e poder valorizar o próprio doador”, afirma o chefe da Unidade Técnica do Hemocentro, Marcelo Jorge Carneiro de Freitas. “Temos várias iniciativas para que a doação tenha um processo prazeroso: às vezes mudamos o lanche, colocamos uma decoração diferente e ações musicais, por exemplo.”

“Para doar, é importante que as pessoas estejam bem de saúde, sem sintomas de gripe ou covid-19. O primeiro critério é estar se sentindo bem”Kelly Barbi, gerente de Captação de Doadores do Hemocentro

Somente em uma doação de sangue, é possível salvar até quatro vidas. Isso porque, durante o procedimento, são coletadas até quatro bolsas de sangue. Para que o material coletado esteja em boas condições, é necessário que o doador siga uma série de condições.

A gerente de Captação de Doadores do Hemocentro, Kelly Barbi, explica: “Para doar, é importante que as pessoas estejam bem de saúde, sem sintomas de gripe ou covid-19. O primeiro critério é estar se sentindo bem. O candidato passa por todas as etapas em 40 minutos a uma hora, ou uma hora e meia, em dias mais movimentados, mas é um processo bem rápido”.

Faça sua parte

A costureira Ana Glaucia Pereira dos Santos, 38, mudou-se para Brasília recentemente e garante que não fica sem doar sangue. “Eu já doava no Rio de Janeiro”, conta. “Vim para cá e já procurei logo um hemocentro para retomar a minha rotina. Não deixo de doar; posso ficar um tempo sem vir, mas eu sempre vou”.

Também engajada na campanha, a servidora pública Kilze Beatriz, 50, reforça: “Viemos fazer a nossa parte. É muito importante esse ato para conscientizar toda a população. É um ato de amor”.

Para conferir todas as recomendações e se tornar um candidato apto para doar, acesse o site do Hemocentro.

Ônibus do Hemocentro

A fim de incentivar a doação e estar cada vez mais perto dos doadores, o Hemocentro lançou, em fevereiro de 2023, a unidade móvel de coleta externa.

Mais de 1,2 mil pacientes já foram beneficiados pela solidariedade dos doadores que compareceram às regiões administrativas percorridas por esse serviço até o momento: Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia, Gama, Planaltina, Guará 2 e Riacho Fundo 2.

Destaques

Urnas eletrônicas: Assinatura digital e lacração impedem alteração em sistemas eleitorais

Por Kleber Karpov O secretário de Tecnologia da Informação do...

Atitude irresponsável, diz Lula sobre Trump, após revogação de visto de embaixadora brasileira nos EUA

Por Kleber Karpov O presidente Luiz Inácio Lula da Silva...

Praça do Relógio, em Taguatinga, recebe unidade móvel de doação de sangue nesta quinta (6)

Por Kleber Karpov Uma unidade móvel para coleta de sangue...

Campanha Multivacinação 2026: confira as principais dúvidas sobre a imunização no DF

Por Kleber Karpov A Campanha Nacional de Multivacinação de 2026...

Celina Leão descola de Arruda e mantem lideranção na corrida GDF

Por Kleber Karpov A dois meses das eleições, uma nova...