Comitê deve estabelecer práticas para alta mais segura de pacientes de hospitais públicos do DF

Objetivo de portaria publicada no DODF é criar protocolos e documentos norteadores para melhores práticas. Estratégia é importante para atender toda a demanda

Com o objetivo de atuar no acesso e na qualidade da assistência hospitalar, a Secretaria de Saúde (SES-DF) criou o Comitê Central de Gestão da Alta Hospitalar Segura. Por meio de portaria publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta quarta-feira (11), o grupo fornecerá subsídios técnicos, como protocolos e documentos norteadores, para a realização das melhores práticas no processo de admissão, assistência multiprofissional e alta hospitalar qualificada.

Além disso, o comitê estudará formas de realizar a transição segura do cuidado na rede hospitalar para diminuir o tempo médio de permanência (TMP). A permanência de pacientes por maior tempo que o preconizado em leitos hospitalares acarreta consequências, como maior risco a doenças e infecções, perda de mobilidade e prejuízo na qualidade de vida.

“A criação desse comitê vai otimizar a utilização dos leitos nos hospitais. Com isso, poderemos trabalhar para que haja espaço para atender toda a demanda de pacientes que aguardam, oferecendo também uma assistência mais eficiente e humanizada, e uma melhor qualidade de vida pós alta ao paciente”, afirmou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

Entre as competências do novo grupo, destacam-se a elaboração e proposta de ações para o cumprimento da Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOSP); o acompanhamento e análise dos relatórios diários de ocupação dos leitos hospitalares; e a elaboração de documentos técnicos para orientar as ações de enfrentamento da superlotação nas urgências e emergências dos hospitais.

Alta segura

De caráter permanente, o comitê se reunirá mensalmente de forma ordinária e extraordinária. Entre as propostas, há a criação de um protocolo para gestão da alta segura, que envolve diversos aspectos como o giro de leitos e a transição do cuidado. Por meio de um plano terapêutico que abrange os principais atores como enfermeiro coordenador da alta, enfermeiro gestor, médicos, fonoaudiólogos e assistentes sociais, o objetivo será antecipar as necessidades do pós alta, considerando também os aspectos sociais.

As estratégias que serão utilizadas incluem adaptação de enfermarias com equipe multiprofissional, educação em saúde para dar segurança nos cuidados pós alta (especialmente para diabéticos e hipertensos) e telemonitoramento. A meta é a redução de 30% do tempo de internação hospitalar e de 85% da taxa de ocupação hospitalar dos leitos de emergência.

O documento irá coordenar toda a linha de cuidado para que o paciente saia do ambiente hospitalar e dê continuidade ao tratamento por meio da integração com a atenção primária, para retorno ao cotidiano com a melhor qualidade de vida possível.

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