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21 mar 2026 13:27

Adolescentes de Samambaia terão acesso a cursos profissionalizantes gratuitos

Com recursos do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, a Secretaria de Justiça e Cidadania vai investir na educação e inserção de 300 jovens da região no mercado de trabalho

Pensando em transformar potenciais humanos em conquistas, 300 adolescentes entre 14 e 18 anos incompletos, de Samambaia, vão receber da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) formação e capacitação em cursos profissionalizantes nas áreas de administração, varejo e comércio, alimentação, monitoria e recreação. Os termos do projeto “Novo Caminhar, Novas Oportunidades”, da Sejus, em parceria com a Organização da Sociedade Civil (OSC) Casa Azul, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (18).
O objetivo principal desta iniciativa é contribuir para que 30% dos adolescentes em situação de vulnerabilidade sejam inseridos no mercado de trabalho. Para tanto, serão investidos R$ 970 mil, advindos do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA/DF), dentro do prazo de vigência de 13 meses, com início em 14 de março deste ano e término em 14 de abril de 2026.

O valor também será aplicado na manutenção dos espaços de atendimento da Casa Azul e aquisição de bens de consumo e permanente, para que se oferte tanto um espaço adequado e salubre aos educandos, quanto materiais necessários para execução das atividades. Todas essas iniciativas pretendem, juntas, assegurar a promoção, proteção, garantia e defesa dos direitos humanos da criança e do adolescente.

Preenchendo lacunas

De acordo com dados da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), apresentados no plano de trabalho da ação, brasilienses entre 15 e 29 anos enfrentaram dificuldades para ingressar no mercado profissional durante a pandemia. O desemprego total entre maio de 2020 e abril de 2021 foi de 35,2%.
Esse cenário se estendeu pós pandemia, refletindo, principalmente, uma lacuna no aprendizado e na promoção de oportunidades igualitárias para jovens de baixa renda. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), adolescentes que perderam emprego ou aulas escolares durante a pandemia do novo coronavírus correm o risco de carregar “efeito cicatriz” em suas vidas profissionais.
“Os adolescentes são parte essencial da construção de uma sociedade mais justa e inovadora. Investir na educação e capacitação de jovens é garantir que tenham oportunidades reais de crescimento, por isso priorizamos que cursos profissionalizantes sejam ofertados para esse público. Precisamos olhar para a juventude como protagonista da transformação social que desejamos”, disse a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani.

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