Jorge Vianna critica falta de insulina em postos de Ceilândia, com mais de 15 mil doses estocadas na Secretaria de Saúde

Distrital apontou falta de capacidade de gestão, após reportagem denunciar que Secretaria deixou, sem insulina NPH, postos de saúde de Ceilândia, há cerca de 30 dias. Isso, com mais de 16 mil unidades estocadas na Central de Abastecimento

Por Kleber Karpov

O deputado distrital, Jorge Vianna (Podemos), utilizou a tribuna da Câmara Legislativa do DF (CLDF), para criticar a dificuldade de lidar com logística, por parte de gestores da Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF). A reação do parlamentar ocorreu, após ver reportagem do telejornal DF1, da TV Globo, apontar o desabastecimento, de Insulina NPH, há cerca de um mês, em ao menos dois postos de saúde na Região Administrativa Ceilândia. Isso porque a SES-DF alegou ter mais de 16 mil unidades estocadas, do medicamento, na Central de Abastecimento.

“Não tem insulina na Ceilândia. Já faltando há trinta dias e a Secretaria de Saúde responde dizendo que é falta de logística, porque tem insulina. Se fala que tem insulina na Central de Abastecimento e está faltando na Ceilândia, é óbvio que essa distribuição não está sendo inteligente, há falha nessa distribuição. Como é possível a gente viver na capital federal, ver paciente morrendo, entrando em coma hiperglicêmico porque alguém, ou a logística da Secretaria de Saúde não está funcionando?”, questionou Vianna.

O deputado também observou, que ao deixar os pacientes desassistidos, a falta da insulina pode, além de agravar o estado de saúde dos usuários, também resultar em prejuízos à própria rede. “O prejuízo que nós temos, obviamente uma morte, ou um paciente indo para uma UTI, por entrar em coma hiperglicêmico, sai infinitamente mais caro – o tratamento – que a insulina NPH. Nós temos que fazer uma força tarefa, disse ao sugerir que os colegas distritais, além de visitarem as unidades de saúde, que ajudem a fiscalizar a Saúde do DF.”, concluiu.

Vianna criticou ainda, os diversos problemas atribuídos à logística, por parte de gestores da SES-DF:  “Nós não temos logística na SES para distribuir medicamentos ou para fazer remanejamento de servidores. Um servidor que mora na Ceilândia trabalha em São Sebastião, outro que mora em São Sebastião trabalha em Ceilândia. É assim que funciona. Não existe uma gestão que possa dirimir essas dificuldades com pessoal. Já são 100 dias e a coisa parece que não está andando.”, disparou.

Fonte: Jorge Vianna

Solidariedade feita à mão leva 80 turbantes a pacientes oncológicas do Hospital de Base

Por Kleber Karpov Um mutirão de artesanato movido pela solidariedade...

Anvisa interdita parte de terminal no Porto de Santos (SP)

Por Kleber Karpov A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)...

Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas

Por Kleber Karpov O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF),...

Campanha alerta para doença em diabéticos que pode causar cegueira

Por Kleber Karpov A partir do primeiro dia do mês,...

Guará abre inscrições para escolha do novo gerente de Cultura

Por Kleber Karpov A comunidade voltada à produção artística do...

Destaques

Solidariedade feita à mão leva 80 turbantes a pacientes oncológicas do Hospital de Base

Por Kleber Karpov Um mutirão de artesanato movido pela solidariedade...

Anvisa interdita parte de terminal no Porto de Santos (SP)

Por Kleber Karpov A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)...

Fux rebate críticas e diz ter percepção de que bets devem ser banidas

Por Kleber Karpov O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF),...

565 vagas: Secretaria lança processo seletivo para residência em áreas profissionais

Por Kleber Karpov A Fundação de Ensino e Pesquisa em...

Eleições de meio de mandato: americanos vão às urnas em votação que pode redefinir o poder de Trump no Congresso

Por Kleber Karpov As eleições de meio de mandato, conhecidas...