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09 fev 2026 16:58

Água Quente recebe ação integrada do GDF de combate à dengue

Ao longo desta quinta-feira (9), equipes do governo percorreram as ruas da cidade orientando a população sobre os cuidados com a formação de focos do mosquito e medidas de prevenção

Por Victor Fuzeira

Dando continuidade às ações de combate à dengue nas regiões administrativas, o Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu em Água Quente, nesta quinta-feira (9), uma ação conjunta entre órgãos do Executivo para conscientizar os moradores da cidade sobre a importância de prevenir a proliferação do Aedes aegypti – mosquito transmissor da doença.

Ao longo do dia, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF), da Secretaria de Proteção à Ordem Urbanística do DF (DF Legal), da Administração Regional de Água Quente e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) percorreram as ruas da cidade orientando a população sobre os cuidados com a formação de focos do mosquito e sobre os dias e horários corretos das coletas de lixo e entulhos. Na ocasião, caminhões também recolheram os inservíveis deixados pelos moradores na porta das casas.

No início da ação, a população foi orientada sobre os cuidados com a formação de focos do mosquito e sobre os dias e horários corretos das coletas de lixo e entulhos | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

“A ação começou ainda na terça-feira (7), quando passamos de casa em casa alertando os moradores para colocarem os inservíveis fora das residências. A partir desta quinta, a equipe do SLU ficará aqui por três dias, junto com a DF Legal, recolhendo esses materiais e reforçando a orientação sobre a importância da limpeza dos lotes e da prevenção contra a dengue”, detalhou a administradora regional de Água Quente, Lúcia Gomes.

Segundo a gestora, esta é a quarta ação de combate à dengue executada na cidade nos últimos meses. “No ano passado, foram três mobilizações com resultados muito positivos, uma redução significativa nos casos de dengue. Este ano, estamos reforçando o trabalho para manter os índices baixos e a população tem aderido bem, colocando os materiais fora de casa e recebendo as equipes de maneira muito acolhedora”, prosseguiu.

Operação em Água Quente inclui serviços de varrição, catação, recolhimento, coleta manual e mecanizada de lixo e de inservíveis

O coordenador do SLU na ação, Antônio Portela, afirma que a expectativa é retirar seis toneladas de inservíveis das ruas da cidade. “Estamos com 20 colaboradores trabalhando na operação, fazendo varrição, catação, recolhimento, coleta manual e mecanizada. Também estamos usando quatro caçambas para recolher materiais como sofás, pneus velhos e outros inservíveis descartados irregularmente. Essa operação é muito importante porque tudo isso pode se tornar um foco do mosquito da dengue, que é extremamente perigoso”, explicou.

Dengue em números

O ano de 2025 começou com queda dos casos de dengue no Distrito Federal. A primeira semana de janeiro registrou 196 casos prováveis, o que representa uma redução de 97,6% em relação ao ano passado. No mesmo período de 2024, a capital já tinha 8.228, e, no ano anterior, 711 registros. Os dados foram divulgados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em coletiva de imprensa na terça-feira (7), no Palácio do Buriti.

Para manter os números em queda e a população segura, o GDF reforçou as contratações e a capacidade de trabalho. O número de agentes de vigilância ambiental (AVAs) passou de 415 para 915, enquanto o de agentes comunitários de saúde (ACSs) saltou de 800 para 1,2 mil. Os auditores na linha de frente também aumentaram, de 81 para 131. A Defesa Civil também ampliou o número de agentes de 70 para 109, com uma dupla destacada para cada uma das regiões administrativas do DF.

O investimento em tecnologia também foi ampliado, com o uso de drones e a implementação do aplicativo com georreferenciamento dos focos da doença. Trata-se do app eVisitas, utilizado pelos agentes para fazer o controle vetorial digitalmente com o apoio de 657 smartphones. O número de estações disseminadoras de larvicida (EDLs), as chamadas armadilhas, passou de 2,3 mil para cerca de 4 mil este ano. Após a instalação no Sol Nascente/Pôr do Sol, as armadilhas chegarão à Água Quente e ao Recanto das Emas. Também será ampliado o uso de ovitrampas, com um total de 6 mil em 2025.

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