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20 abr 2026 02:57

Governo, CNI e Senai assinam acordo para oferecer 200 mil vagas em cursos gratuitos de qualificação profissional

As capacitações em mais de 15 áreas serão realizadas pelo Senai, com foco na empregabilidade dos trabalhadores brasileiros. A carga mínima é de 160 horas.

Uma oferta de 200 mil vagas gratuitas em qualificações profissionais numa ampla gama de setores. Estão na lista áreas como alimentos e bebidas, automação e mecatrônica, automotiva, construção civil, edificações e instalações, eletroeletrônica, energia, gestão, gráficas e mídias impressas e digitais, logística, madeira e mobiliário, meio ambiente, metalmecânica, soldagem, mineração, química, refrigeração e climatização, tecnologia da informação, têxtil, vestuário e confecção.

O “cardápio” está previsto no Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado na manhã desta quarta-feira, 18 de dezembro, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban; com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). O acordo tem vigência até 2027 e abarca a qualificação profissional com foco na promoção da empregabilidade.

As ações tem como principal objetivo contribuir para o aumento da probabilidade de obtenção de emprego, para a garantia do trabalho decente e da ampliação da participação em processos de geração de oportunidade de trabalho e renda, inclusão social, redução da pobreza, combate à discriminação e diminuição da vulnerabilidade das populações.

Temos a necessidade criar condições, nesse processo de esforço de implementação do período integral, de ensino profissionalizante, para que o jovem saia do ensino médio em condições de adentrar, reivindicar, participar e partilhar dos desafios do mercado e fazer a transição para o ensino universitário”

Luiz Marinho
ministro do Trabalho e Emprego

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que é o momento de o Brasil e a indústria pensarem nas responsabilidades de cada um para criar as condições de sustentabilidade tecnológica, social e de renda para as famílias brasileiras. “Temos a necessidade criar condições, nesse processo de esforço de implementação do período integral, de ensino profissionalizante, para que o jovem saia do ensino médio em condições de adentrar, reivindicar, participar e partilhar dos desafios do mercado e fazer a transição para o ensino universitário”, pontuou Marinho.

A cerimônia, na sede da CNI, em Brasília, contou com outras autoridades do setor produtivo e do Governo Federal. Para Ricardo Alban, presidente da CNI, a parceria permite criar oportunidades que ampliam o crescimento econômico e social. “Queremos desenvolvimento social para ter inclusão. Queremos desenvolvimento social para termos poder aquisitivo, para termos mercado e, assim, fazermos a roda da economia girar de forma construtiva e permanente”, salientou.

Dignidade

O presidente da CNI complementou apontando também os desafios para a indústria encontrar profissionais qualificados e reforçou o papel do trabalho e ocupação como instrumentos para reduzir desigualdades e enfraquecer a criminalidade. “Óbvio que a inclusão social pressupõe, em um país como um Brasil, com tantos hiatos, um apoio e auxílio em um primeiro momento. Mas, se realmente queremos fazer inclusão social como deve ser, nada melhor que a pessoa se sentir incluída com o reconhecimento de um posto de trabalho, com a dignidade de um trabalho”, reforçou Alban.

Observatório

Durante a cerimônia, foi apresentado pelo Sistema Indústria (CNI, SESI, SENAI e IEL) o Observatório Nacional da Indústria, uma base de dados sobre como a indústria pode gerar análises de conhecimento, tecnologia e comunicação transformadoras para o desenvolvimento da indústria nacional.

Em parceria com o Governo Federal, o Observatório pretende ser o maior hub de dados da indústria brasileira e fornecer inteligência estratégica para todo o ecossistema industrial brasileiro. Ele se propõe a ter visão sistêmica, de longo prazo, abrangente para identificar as transformações pelas quais o mundo passa e posicionar a indústria brasileira em relação a outros países.

O ecossistema do Observatório Nacional da Indústria pretende gerar valor orientado aos dados, transformando-os em informações consistentes para serem consumidas. Por meio de estruturas inteligentes, algoritmos e indicadores, apresenta informações fundamentais em diferentes formatos, como dashboard, data visualization, relatórios, modelos de report, tabelas, gráficos, linhas do tempo, big data e mapas.

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