Fundo de Saúde do DF cresceu 43% em quatro anos, diz distrital na CPI

Orçamento em 2011 era de R$ 4,5 bilhões; em 2016, foi para R$ 6,6 bilhões. Comissão que apura saúde local teve primeira reunião oficial nesta segunda.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal para apurar a aplicação de verbas na área de saúde se reuniu pela primeira vez na manhã desta segunda-feira (16). No primeiro encontro, o deputado Wasny de Roure (PT) apresentou documento que mostra um crescimento de 43% no Fundo de Saúde da capital, entre 2011 e 2015.

 Segundo a planilha de Wasny, o orçamento da saúde no início da gestão Agnelo Queiroz era de R$ 4,5 bilhões. No primeiro ano de governo Rollemberg, o valor tinha passado para R$ 6,6 bilhões, mas o setor continuava em déficit, com dificuldade de honrar pagamento de salários e contratos. O distrital diz que a CPI deveria focar na apuração de temas como logística, terceirização e fontes de financiamento.

O Fundo de Saúde é o principal gestor do orçamento da área, mas não concentra todas as faturas. Os contratos de fornecedores, por exemplo, são gerenciados pela Subsecretaria de Administração Geral (Suag), uma das seis subpastas da Secretaria de Saúde.

Na reunião, os deputados também sugeriram normas de funcionamento e procedimentos administrativos a serem adotados pela comissão. As decisões devem ser tomadas em reunião na próxima quinta (19).

A CPI vai analisar as contas da saúde de janeiro de 2011 até março de 2016. Este período inclui todo o período da gestão Agnelo e os três primeiros meses do governo de Rollemberg.

Na reunião inicial, o deputado Roosevelt Vilela (PSB) afirmou, sem citar valores, que somente os recursos que teriam sido desviados da construção do estádio Mané Garrincha seriam suficientes para reformar todas as unidades da rede de saúde.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara, a CPI tem 180 dias corridos para realizar a investigação. Os parlamentares podem, por maioria, prorrogar o prazo por mais 90 dias. O prazo não leva em consideração os recessos parlamentares.

Fonte: G1

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