Exames de imagem da rede pública de saúde passarão a ser digitalizados no DF

Equipamentos já foram comprados e vão gerar economia de R$ 11 milhões

Dentro de 90 dias, os exames de imagem feitos nas unidades de saúde pública do Distrito Federal passarão a ser todos digitalizados. O secretário de Saúde, Humberto Fonseca, assinou contrato com as empresas que irão fornecer os equipamentos necessários para que isso ocorra. O valor da ata do pregão, realizado em dezembro de 2015, é de cerca de R$ 10 milhões.

“A digitalização trará diversos benefícios: substituiremos os reveladores, que são antigos e quebram com frequência, as imagens poderão ser acessadas de qualquer ponto da rede, os exames poderão ser laudados à distância, o que gera novas possibilidades de melhorias de gestão e de racionalização de recursos, além de se tratar de uma medida em linha com a sustentabilidade, uma vez que não teremos mais que comprar os filmes para revelação”, observa Humberto Fonseca.

Segundo a gerente de Apoio ao Diagnóstico da pasta, Maria de Filipo, a revelação das imagens custa cerca de R$ 11 milhões por ano, valor que será economizado. “Além disso, precisaremos de menos recursos humanos, que poderão ser aproveitados em outras áreas das unidades de saúde”, frisa Maria de Filipo.

Praticidade

Com o novo sistema em pleno funcionamento, os resultados de raio-x, mamografias, radioterapia e ressonância magnética ficarão disponíveis para acesso em computador em qualquer unidade de saúde pública do Distrito Federal.

“Esses resultados ficarão no prontuário do paciente e poderão ser acessados onde quer que ele seja atendido. Hoje em dia, por exemplo, se ele faz um raio-x no Hospital Regional de Ceilândia e é atendido no Hospital de Base, mas esqueceu de levar o resultado, tem de fazer novo exame. Isso não vai acontecer mais”, explica a subsecretária de Administração Geral, Marúcia Miranda.

A digitalização também dará agilidade na realização dos exames. “Enquanto se faz um exame com revelação, são feitos cinco com eles digitalizados. Sem contar que são mais precisos, evitando que sejam refeitos, diminuindo não somente o tempo mais também a radiação em cima do paciente”, explica a gerente de Apoio ao Diagnóstico.

Fonte: SES-DF

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