Copom Mulher celebra um ano de combate à violência doméstica no DF

Programa da PMDF já atendeu mais de 1.120 mulheres via 190

Com um ano de funcionamento, o programa Copom Mulher da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) se consolidou como uma ferramenta vital no enfrentamento à violência doméstica. Lançada em maio de 2024, a iniciativa, que disponibiliza o telefone 190 para atendimento a vítimas, já atendeu mais de 1.120 mulheres. A data foi celebrada em uma solenidade no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) nesta sexta (22), reunindo autoridades e parceiros.

O núcleo do programa, composto por policiais da reserva que voltaram à ativa, oferece acolhimento imediato, orientação e atenção especializada. Desde o lançamento, 32% das mulheres atendidas formalizaram denúncias em delegacias após o suporte inicial.

Atendimento humanizado

A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, enfatizou que o programa prioriza a proteção da mulher. “Priorizamos o enfrentamento à violência contra a mulher. Cada ligação ao 190 representa uma vida protegida e uma família salva. O compromisso da PMDF é continuar inovando e fortalecendo nosso atendimento com eficiência e sensibilidade, integrando a rede de apoio e promovendo a proteção das mulheres”, declarou.

A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a relevância do Copom Mulher como um sucesso na rede de proteção do GDF. “O Copom Mulher é uma vitória da rede de proteção do nosso governo, que segue firme e unida na missão de combater a violência doméstica; mais do que isso, é um símbolo de esperança. Ele prova que, quando o Estado se organiza e coloca as mulheres no centro das políticas públicas, nós conseguimos salvar vidas e abrir caminhos para uma sociedade mais justa e segura”, afirmou.

Denúncias e prioridades

O secretário de Segurança Pública em exercício, Alexandre Patury, ressaltou que a maioria das chamadas para o 190 se refere a casos de violência doméstica e que muitas mulheres ainda não buscam ajuda. “A maior parte das chamadas ao 190 envolve violência doméstica, e muitas mulheres não procuram ajuda, o que aumenta o desafio da segurança pública. Com a liderança da comandante-geral e o apoio da secretária da Mulher [Giselle Ferreira], o Governo do Distrito Federal prioriza o combate à violência contra a mulher, garantindo atendimento imediato e humanizado. É fundamental que a população denuncie para proteger vidas e prender agressores”, reforçou Patury.


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