Secretaria de Saúde do DF propõe pagamento de faltas durante a greve dos servidores

Mas sindicatos apresentam contraproposta e não aceitam exclusão da categoria dos médicos

Por Kleber Karpov

Em reunião na mesa de negociação na manhã desta quinta-feira (28/Jan), a  subsecretária de Gestão de Pessoas (Sugetes) da Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF),  Flavia Cáritas Mendonça Gondim do Nascimento, apresentou uma proposta para abonar o ponto, dos dias parados durante a greve dos servidores em 2015, até o momento em que a greve foi decretada ilegal.

Contraproposta

Contraproposta apresentada pelas entidades sindicais à SES-DF
Contraproposta apresentada pelas entidades sindicais à SES-DF

No entanto os representantes das entidades sindicais, após ouvir a proposta da SES-DF de abonar o ponto dos dias parados, até o momento da decretação da ilegalidade da greve, não contempla os anseios das categorias da Saúde do DF. Um dos pontos defendidos pelos sindicalistas é a extensão da proposta à categoria dos médicos, não contemplados pela proposta apresentada pela SES-DF.

Os sindicatos pedem também o abono dos dias de greve de todas as categorias profissionais da SES-DF até o dia do julgamento do último recurso dos sindicatos citados na ação judicial do julgamento da ilegalidade da greve; a reposição dos dias de greve não abonados até o dia 16 de dezembro de 2016 sem qualquer prejuízo aos direitos e benefícios previstos em lei como (abono, licenças, aposentadorias, férias e etc) ; e o aproveitamento dos bancos de hora positivo de cada servidor para o cálculo das hora devidas, a critério do servidor.

Solidariedade com os Médicos

Ao Política Distrital, o vice-presidente do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do DF (Sindate-DF), Jorge Vianna, explicou que as entidades sindicais não acham justo que o GDF dê tratamento diferente em relação aos médicos. Para Vianna: “A gente tem a impressão que a relutância por parte do governo em estender a proposta de abono dos dias parados aos médicos é pura retaliação à pessoa de companheiro, Guttemberg Fialho, presidente do Sindicato dos Médicos, e isso nós não podemos aceitar.”, disse Vianna ao observar “Um governo não pode dar tratamento diferenciado a uma categoria em detrimento de outra, considerando que todas as categorias passaram pela mesma situação quando os sindicatos estavam lutando pela mesma causa, nesse caso, o pagamento dos servidores.“, concluiu Vianna.

Confira o vídeo gravado por Vianna

 

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