Vacinação itinerante atende instituições permanentes da região de Saúde Central

Crianças institucionalizadas, de 5 a 11 anos, são imunizadas contra a covid-19

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Em mais um dia da vacinação itinerante, cerca de 35 crianças institucionalizadas, de 5 a 11 anos, receberam a dose pediátrica da vacina Pfizer-BioNTech, que protege contra a covid-19. Nesta quinta-feira (20), as equipes do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVEP), da região de Saúde Central, se dividiram para levar as doses a três instituições permanentes. Foram elas: a Casa de Ismael, a Aldeia das Crianças e a Vila do Pequenino Jesus.

Na Casa de Ismael, na 913 Norte, 22 crianças acolhidas na instituição estavam aptas a receber a imunização contra a covid-19. O local, que tem capacidade para 70 menores, está com 63. O momento da vacinação foi comemorado pelas crianças e profissionais que atuam ali.

A ação facilita o acesso dessas crianças à vacina porque é “muito mais fácil uma equipe se deslocar até a instituição do que todas serem levadas a uma unidade básica de saúde (UBS)”, explica a chefe do NVEP Central, Ana Cristina Carvalho.

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Para a técnica de enfermagem Joanilda Gomes, que atua nesse lar institucional, “essa vacinação é oportuna porque todos estão preocupados por conta do aumento do número de casos de covid-19 e de gripe em crianças”.

Ela ressaltou que, apesar dos acolhidos estarem em isolamento, os profissionais e as mães sociais saem da instituição com mais frequência. Além disso, as crianças recebem visitas dos familiares. “Então, é de extrema importância que todos estejam imunizados”, avalia.

Joanilda destaca que o trabalho da Secretaria de Saúde é essencial, pois as equipes providenciam os cartões de vacina das crianças, que chegam sem documentação, e marcam consultas. Hoje, a Casa de Ismael possui mais três casas, sendo duas em Sobradinho e uma no Paranoá, onde são acolhidas crianças e adolescentes de 0 a 18 anos incompletos.

Os menores estão sob tutela do Estado e foram encaminhadas à instituição pela Vara da Infância e Juventude. Elas aguardam pelo retorno ao convívio familiar ou a adoção.

FONTESecretaria de Saúde
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