Secretaria de Saúde mobiliza mais leitos de UTI e taxa de ocupação diminui no DF

À medida da necessidade, pasta aciona plano que prevê a disponibilização de até 217 vagas

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“A taxa de ocupação varia de maneira significativa com uma pequena mudança nos números. Estamos atentos à situação e preparados para mobilizar novos leitos”Fernando Erick Damasceno, secretário-adjunto de Assistência à Saúde

A Secretaria de Saúde acionou, nesta quarta-feira (19), a fase 1B do Plano de Mobilização de Leitos de UTI covid no Distrito Federal, com a inclusão de nove leitos localizados no Hospital Regional de Samambaia (HRSam). Dessa forma, são agora 74 leitos, dos quais 14 estão vagos. A taxa de ocupação caiu para 74,07%.

O plano foi apresentado, na sexta-feira (14), quando foi acionada a fase 1A, com 10 leitos de UTI do Hospital Regional de Samambaia. Ao todo, são sete fases, com possibilidade de atingir até 217 leitos de UTI. Em cada uma delas, os pacientes que ocupam as vagas estão sendo removidos para outras unidades de saúde. Há ainda leitos contratados na rede privada. Em termos de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) poderão ser até mais 50 leitos adicionais, nas próximas fases de mobilização.

Com os leitos do Hospital Regional de Samambaia incluídos no Plano de Mobilização, a taxa de ocupação caiu para 74,07%, com o total de 14 vagos dos 74 disponibilizados | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

“A taxa de ocupação varia de maneira significativa com uma pequena mudança nos números. Estamos atentos à situação e preparados para mobilizar novos leitos”, esclareceu o secretário-adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno. O gestor informou que está tudo pronto para o acionamento da segunda fase de mobilização, com 10 leitos de UTI do Hospital Regional de Ceilândia.

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No lançamento do Plano de Mobilização, o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache, ressaltou que o acionamento de cada fase ocorre de acordo com o comportamento da pandemia no Distrito Federal. “Esse plano vinha sendo preparado pelos nossos técnicos para que, em momento nenhum a gente tenha desassistência”, assegurou.

 

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