Hospital de Samambaia inicia agendamento de cirurgias reguladas

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Pacientes direcionados por este sistema começam a ser operados em agosto

Por Josiane Canterle

O Hospital Regional de Samambaia iniciou o agendamento de procedimentos cirúrgicos nas especialidades de Ginecologia e Cirurgia Geral, que começarão a ser regulados no início do próximo mês. Isso significa que, por meio de um processo de gestão da rede, todos os pacientes que aguardam por cirurgias nessas especialidades serão organizados em uma “fila” única, facilitando o acesso, e beneficiando, prioritariamente, os casos mais graves. As intervenções cirurgias já inseridas nesta plataforma de regulação começam a ser realizadas no dia 1º de agosto.

Com essa alteração, o controle, antes feito por meio de uma lista de espera organizada pelo próprio hospital, passará a integrar o sistema de regulação da Secretaria de Saúde, que indicará o paciente a ser operado de acordo com a avaliação médica relatada no próprio sistema.

“Todas as unidades hospitalares terão as cirurgias reguladas em um futuro próximo. Os usuários que hoje aguardam pelo procedimento serão inseridos na fila da regulação e chamados de acordo com a gravidade do caso”, explica a gerente de Planejamento, Monitoramento e Avaliação, Michelle Lucas Nogueira Coelho de Oliveira.

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Transparência

Para a superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Lucilene Florêncio, essa é uma ação necessária, preconizada pelo Sistema Único de Saúde e pelos órgãos de controle, especialmente no que tange à transparência do processo para os usuários do SUS. “Com isso, garantimos também equidade, proporcionando o atendimento a quem mais precisa e com maior urgência”, frisa.

Outro benefício do uso do sistema regulador é que a secretaria saberá o real número de pacientes que aguardam por cirurgias em cada especialidade. A nova metodologia impedirá que um mesmo paciente esteja inserido em lista de espera por cirurgia em dois ou mais hospitais. O sistema facilitará o planejamento e a aquisição de insumos, otimizando os recursos financeiros e humanos.

Fonte: Agência Saúde DF