Saúde do DF zera demanda reprimida por angioplastias e cateterismos de 2020

Procedimentos que constam como pendentes foram inseridos a partir de janeiro e a tendência continua de queda na fila

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A Secretaria de Saúde segue reduzindo a demanda reprimida para procedimentos hospitalares como cateterismo e angioplastia. Atualmente, nenhuma das solicitações pendentes são referentes ao ano de 2020, ou seja, todos os pacientes que aguardavam no ano passado já foram agendados. As solicitações que ainda não foram marcadas são referentes a pedidos que entraram na Central de Regulação em 2021.

No início de março, 467 pacientes aguardavam por cateterismo e 44 aguardavam por angioplastia. Atualmente, a demanda reprimida é de 349 e 22 pacientes aguardando pelos respectivos procedimentos. Com esses números, a Secretaria de Saúde consegue manter, pelo quarto mês consecutivo, uma tendência de queda na fila de espera por esses procedimentos, mesmo em um cenário de pandemia.

O Secretário de Saúde, Osnei Okumoto, elogiou “o trabalho que vem sendo feito pelos profissionais de saúde para superar essa dificuldade, ampliada, no ano passado, em função do surto de pandemia do novo coronavírus, mas, que, felizmente, estamos conseguindo reverter e trazer benefícios para centenas de pacientes que aguardavam na fila”. Okumoto agradeceu também ao governador Ibaneis Rocha pelo apoio a atenção que tem dispensado aos pleitos da Secretaria de Saúde. “Sem esse apoio, não conseguiríamos superar essas dificuldades”, completou.

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O secretário adjunto de Assistência, Petrus Sanchez, informou que “a Secretaria de Saúde está trabalhando para atender todas às necessidades de todos os pacientes por serviços Covid e não Covid. Chegamos ao melhor nível de procedimentos de cateterismo e angioplastia ofertados à população do Distrito Federal, com a menor demanda reprimida dos últimos tempos, mesmo no meio da pandemia”.

Já no mês de abril, foram agendados – até o dia 13 – a quantidade de 203 cateterismos cardíacos e 50 angioplastias coronarianas. O gerente de Regulação Ambulatorial, Hamilton José da Silveira Júnior, esclarece que a redução nos índices ocorreu graças a um aumento na oferta desses procedimentos no Hospital Universitário (HUB), que tem contrato com a Secretaria de Saúde, e também com a melhoria na performance de algumas unidades, como o Hospital de Base.

“É extremamente importante que o paciente tenha a garantia de atendimento, especialmente aqueles com doenças cardíacas, oncológicas e transplantados, ou candidatos a transplantes. Para isso trabalhamos para que eles tenham na rede pública toda celeridade possível no atendimento”, explica Hamilton.

FONTEAgência Saúde DF
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