Em liberdade, investigados da ‘Falso Negativo’ serão monitorados por tornozeleira eletrônica

Processo está em segredo de Justiça.

133


Print Friendly, PDF & Email

A juíza da 5ª Vara Criminal de Brasília determinou que os seis réus da Operação Falso Negativo sejam monitorados por tornozeleira eletrônica por seis meses e cumpram medidas cautelares, em decisão que revogou as prisões preventivas dos investigados na tarde desta segunda-feira, 16/11.

Francisco Araújo Filho, Iohan Andrade Struck, Jorge Antônio Chamon Júnior, Eduardo Seara Machado Pojo do Rego, Emmanuel de Oliveira Carneiro e Ramon Santana Lopes Azevedo estão proibidos de manter contato com demais investigados, com os funcionários da Secretaria de Saúde – SES-DF e com quaisquer prepostos, responsáveis ou contratados das empresas envolvidas na operação. Os réus também não poderão entrar em quaisquer órgãos públicos do Distrito Federal sem prévia autorização judicial, salvo nas unidades do TJDFT quando o comparecimento for determinado. Os investigados estão proibidos de sair do Distrito Federal, salvo com autorização judicial e justificativa demonstrando a sua imprescindibilidade.

“Transcorridos quase 3 meses desde a data da efetivação das primeiras prisões, ainda não foram citados todos os réus, o que configura excesso de prazo na instrução criminal, impondo-se a revogação das prisões. Todavia, a decretação de outras medidas cautelares se faz necessária, na medida em que os réus poderão demonstrar disposição em se manterem no distrito da culpa, justificarem suas atividades, além de colaborarem com o juízo, comparecerem à instrução criminal e evitarem contato entre si e com outros possíveis envolvidos”, explicou.

Publicidade