Secretaria de Saúde do DF investe em equipamentos para exames

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Aparato tecnológico permitirá diagnósticos mais precisos

Por Alline Martins

A Secretaria de Saúde está investindo na aquisição de equipamentos para diminuir o tempo de espera dos pacientes por exames e, também, aumentar o número de usuários atendidos. Novos mamógrafos e tomógrafos estão entre os itens.

“Teremos um aumento de 20% no número de equipamentos de mamografias. Dos cinco adquiridos, dois já foram instalados, um no Hospital de Base e outro no Materno Infantil de Brasília”, destaca o diretor de Engenharia Clínica da Secretaria de Saúde, André Alex de Jesus Silva. Ele acrescenta que cada aparelho será adquirido pelo valor de R$ 1 milhão. Os tomógrafos, por sua vez, terão investimento de R$ 2,5 milhões cada.

Silva acrescenta que, até o fim deste mês, um terceiro será instalado no Hospital Regional de Sobradinho. “Os demais vão para o Hospital Regional de Taguatinga e para a Central de Radiologia de Taguatinga”, completa.

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Também estão em processo de aquisição 21 arcos cirúrgicos e oito torres de endoscopia. Os arcos são equipamentos de raios-x nos quais é possível produzir imagens em tempo real, com milhares de tons de cinza, por meio de geração de imagens digitais. Com eles são feitas cirurgias em geral.

Tecnologia

Ainda foi recomendada, pela área técnica da secretaria, a ampliação no quantitativo de canais dos três tomógrafos que estão sendo adquiridos para um modelo com maior resolução. “Com isso, o médico poderá dar um diagnóstico ainda mais preciso”, explica André Silva.

Como o processo de compra está na fase de execução de ata, falta apenas a nota de empenho para a entrega dos equipamentos.

Manutenção

A pasta também tem trabalhado para firmar contratos de manutenção para todos os equipamentos da Secretaria de Saúde. Atualmente, estão vigentes 80% de contratos prioritários de alta complexidade e 60% de baixa e média complexidade.

“Estão em andamento processos para equipamentos de três marcas, para itens como ventiladores pulmonares, monitores, oxímetros, aspiradores e desfibriladores”, conclui o diretor de Engenharia Clínica.

Fonte: Agência Saúde