Deputado Iolando explica independência da Saúde de Brazlândia

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Além de independência na gestão de unidades de saúde, Brazlândia deve ganhar UPA sob gestão do IGESDF

Por Kleber Karpov

Na tarde de sexta-feira (17/Mai), o deputado distrital, Iolando (PSC), recebeu um grupo de jornalistas para um bate-papo sobre o mandato. Na ocasião, o parlamentar abordou as conquistas recentes na Saúde, à Região Administrativa (RA) Brazlândia, junto ao governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). A construção de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), além da independência da Região de Saúde Oeste, geridas pela Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF), anunciadas recentemente.

De acordo com Iolando, Brazlândia deve receber uma UPA, Porte I, a ser erguida em local onde atualmente funciona uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Isso, sob administração, desde o processo de construção, por parte do instituto de Gestão Estratégica do DF (IGESDF).

O HRBZ, por sua vez, deve deixar de pertencer a superintendência da Região de Saúde Oeste. Porém, questionado se o HRBZ passaria a ser gerido pelo IGESDF, Iolando explicou que não. “O hospital permanecerá junto a secretaria de saúde”, disse.

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Segundo Iolando, o diretor do hospital deve ganhar status de superintendente-adjunto, e passar a deliberar e demandar a SES-DF, na condição de uma região autônoma das sete regiões instituídas pela Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF), em 2016. “Essa descentralização dará a Brazlândia, o poder de superintendência, já foi estipulado que o nosso diretor, do hospital de Brazlândia ele passará a ser superintendente-adjunto, mas será superintendente. Quando convocar o superintendente ele estará presente.”

O motivo de tal pedido de Iolando ao governador, prontamente atendido, é que demandas do HRBZ, por diversas ocasiões deixa de ser atendido, em decorrência de prioridades do Hospital Regional de Ceilândia (HRC). O que em geral deixa a população de Brazlândia desassistida em relação as demandas da Saúde.

UPA Porte I

A UPA porte I, de acordo com a Política Nacional de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, tem no mínimo 7 leitos de observação, capacidade de atendimento médio de 150 pacientes diariamente, e ser dimensionada para atender a população em área de abrangência de 50 mil a 100 mil habitantes.