Divulgação de ‘aumento’ para profissionais de saúde do IGESDF é falsa, afirma SES-DF

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IGESDF investiga autoria de publicação fake

Por Kleber Karpov

Nesta quarta-feira (3/Abr), circula em grupos do aplicativo Whatsapp, vinculados a servidores da Saúde do DF, uma peça de divulgação, supostamente ligada ao Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IGESDF) de concessão de ‘aumento’ de 6,66% aos profissionais de saúde, estatutários e celetistas. O IGESDF refutou a publicação de tal anúncio e a informou se tratar de um anúncio fake.

Sem data de emissão e com previsão de reajuste a partir de 1o de abril, um dos pontos que chama atenção na suposta divulgação do IGESDF, foi o condicionamento de direito do ‘aumento’, apenas aos “colaboradores que não estiverem de atestado médico.”.

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Fakenews

Outros pontos controversos do suposto ‘aumento’ também podem ser identificados na publicação: O vínculo do anúncio à Dulcilene Xavier, ex-vice-presidente do Instituto; o uso da logomarca do antigo Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF), uma vez que o IGESDF já adotou logomarca própria, além da impossibilidade de o IGESDF conceder reajuste aos servidores estatutários, sem anuência do Executivo.

Publicação Fake que circula no Whatsapp

Reações

O caso chamou atenção de deputado distrital, Jorge Vianna (Podemos), que publicou um vídeo nas redes sociais para informar aos profissionais de saúde que se tratava de publicação fake. “Eu falei com presidente do Instituto “É fakenews, isso não é verdade. Inclusive estão apurando e vai entrar até questões judiciais para quem estiver fazendo isso.”, disse.

A outra parte

Questionado, por meio de nota da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Saúde do DF (SES-DF), ao PD, a pasta taxou a publicação de fake e afirma que o IGESDF deu início a investigação para tentar descobrir autoria da peça.

“O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) esclarece que é inverídica e criminosa a mensagem sobre concessão de aumento salarial para os colaboradores, veiculada em grupos de WhatsApp e assinada pela ex-vice-presidente do instituto.  O Iges-DF está investigando o fato e o autor da mensagem estará sujeito às penalidades civis, administrativas e penais cabíveis.”.

Confira a nota do IGESDF