Funap insere, em 2015, mais de 1400 reeducandos no programa Reintegra Cidadão

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A Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do Distrito Federal (Funap), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), atingiu, em 2015, a marca de mais de 1400 reeducandos no Programa Reintegra Cidadão. O programa tem o objetivo de inserir os sentenciados do regime semiaberto no mercado de trabalho.

Na atual gestão, o número de reeducandos teve um aumento considerável.  Os novos diretores investiram na divulgação de informações sobre a importância da mão de obra dos sentenciados e as ações efetuadas. Nas palestras ministradas em diversos eventos, os materiais fabricados pelos apenados foram expostos e o impacto positivo que a contratação gera para sociedade foi apresentado, tornando-se prioridade para muitas empresas. “Acredito na ressocialização do ser humano. Nosso objetivo é inseri-los na sociedade como indivíduos, cidadãos e profissionais”, finaliza a diretora executiva da Fundação de Amparo, Francisca Aires.

A Fundação

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Em 2015, a Funap desenvolveu projetos e programas sociais nas áreas da educação, cultura, capacitação profissional e do trabalho para as pessoas que se encontrem privadas de liberdade, contribuindo para a inclusão social dos mesmos.

Ações

Mesas, cadeiras, churrasqueiras, sofás, bolsas e outros objetos são confeccionados nas oficinas da instituição, localizadas no Centro de Internamento e Reeducação (CIR), no Complexo Penitenciário do Distrito Federal.

Estes materiais são expostos e comercializados em ações e eventos que a Fundação de Amparo participa mensalmente. Estas exposições, tem o objetivo de motivar os sentenciados a continuarem se aprimorando nos segmentos de marcenaria, costura, serigrafia, mecânica, também disponibilizadas em oficinas da Papuda. Os valores arrecadados com as vendas são revertidos na compra de materiais para dar continuidade ao trabalho.

“O objetivo é divulgar o trabalho deles para a população. O acompanhamento dos apenados após a saída da prisão, é uma das preocupações da Funap. A gente quer mostrar a capacidade e a criatividade que eles têm”, conclui a diretora.

Fonte: Ascom  Funap