Opinião: Rede Sustentabilidade ‘pula do trem’ pois orla de Rollemberg ‘não está para peixe’

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Por Kleber Karpov

Em pouco mais de um mês, a Rede Sustentabilidade (REDE) é o terceiro partido a deixar a base do governo,  após o PDT e PSD deixarem o governador do DF, o socialista, Rodrigo Rollemberg (PSB) ainda mais no isolamento na corrida pela reeleição.

Apenas nessas movimentações, deixaram ou consolidaram o afastamento de chefe do Executivo, nomes de peso, a exemplo dos pedetistas, Joe Valle ,  presidente da Mesa Diretora da Câmara Legislativa do DF (CLDF) e o deputado distrital, Reginaldo Veras; o presidente do PSD e deputado federal, Rogério, acompanhado do vice-governador do DF, Renato Santana e do deputado distrital, Cristiano Araújo.

Com a saída da REDE, da base do governo, perde, também, o distrital, Chico Leite. Ao todo, apenas na CLDF, o governo perde o apoio direto de quatro deputados distritais,

Na atual conjuntura, Rollemberg conta, aparentemente, com apoio do PR, na figura do líder do governo na Câmara Legislativa do DF (CLDF), o distrital, Agaciel Maia e também do PODEMOS, com o colega Rodrigo Delmasso. No entanto, ao se observar que recentemente o PODEMOS integrou Eliana Pedrosa à legenda, provavelmente o partido pode entrar  na disputa majoritária. Logo, um possível indicativo que bispo Rodovalho, também pode deixar Rollemberg ‘a ver navios’.

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No cenário político há quem sustente que uma pesquisa misteriosa coloca Rollemberg no páreo para disputar com Jofran Frejat (PR) eventual segundo turno em 2018. Mas, até o momento, apenas os psdbistas , a ex-governadora, Maria Abadia (PSDB) e o distrital, Robério Negreiros (PSDB) se aproximaram do chefe do Executivo.

Mas no quadrilátero da capital do país, no que tange à Frejat, muitas surpresas podem surgir no cenário e colocar o grupo dos 12, de cabeça para baixo. Que o digam, Arruda e Alírio, Fillippelli e Ibaneis.

Fato é que o clima deve esquentar e há quem aposte que, no DF, talvez possa até chover hamburgers. Porém, concreto mesmo  é que há uma debandada geral e os aliados de Rollemberg estão ‘pulando do trem’. E o ‘pardieiro’ ainda pode ‘pegar fogo’ para o lado do peessebista, caso Luzia de Paula e Juarezão, ambos do PSB, também abandonarem a legenda.

Resta saber se no fim das contas ao menos o próprio PSB vai apostar em possível reeleição de Rollemberg, que no momento, tem todos os ingrediente para repetir o ex-governador, Agnelo Queiroz (PT) em 2014. A vantagem é que o Rodrigo  tem um bom motivo para sair pela tangente.

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